Os sites em inglês do serviço de inteligência Mossad e o das Forças de Defesa de Israel permaneceram fora do ar até a noite de domingo. O primeiro estava "em manutenção", enquanto o segundo estava inacessível. O portal da Agência de Segurança do país também estava fora do ar..
“Os sites do governo israelense pararam de funcionar hoje por mau funcionamento dos servidores, não foi o resultado de um ciberataque”, informou um porta-voz do escritório do primeiro ministro de Israel, Ofir Gendelman, em seu perfil no Twitter. Apesar disso, jornais locais atribuíram o fato à ação de hackers.
Em uma mensagem no YouTube na sexta-feira (04/11), o grupo Anonymous criticou a ação promovida pela Marinha israelense e o bloqueio do embarque em águas internacionais de dois navios - um irlandês e outro canadense - que não estavam carregando armas.
"Enquanto o mundo testemunhou hoje os soldados da Marinha impedirem o acesso de navios à Faixa de Gaza, tentamos atacar o bloqueio marítimo ilegal de segurança feito por vocês", afirmou o grupo Anonymous, no que chamou de carta aberta ao governo de Israel. Os hackers ameaçaram "atacar outra vez", caso Israel mantenha o bloqueio de navios com ajuda humanitária para a Faixa de Gaza.